Anfitrião
do Tour da Taça em Goiânia, campeão mundial em 2002 e ex-arqueiro do
Palmeiras analisa as características e o momento de Júlio César, Jefferson e
Victor
Marcos: goleiro beija a Taça da Copa do Mundo
durante evento oficial em Goiânia (Foto: Inovafoto)
Aos
40 anos, Marcos curte
a ainda recente aposentadoria, anunciada em 2012. No entanto, garante estar em
dia com o que tem acontecido no futebol brasileiro e internacional. Para o
último goleiro campeão do mundo com a seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari
acerta ao convocar Júlio César, Jefferson e Victor para o grupo de 23
jogadores.
Após duas décadas dedicadas ao ofício de goleiro, Marcos tem conhecimento de causa quando o assunto é vestir a camisa do Brasil. Titular na campanha do penta em 2002, na Copa do Mundo no Japão e na Coreia do Sul, o ex-arqueiro do Palmeiras viveu na pele as glórias e as desvantagens de ficar à frente da meta da Seleção, responsabilidade que carregou por anos. Anfitrião ao lado de Túlio Maravilha no Tour da Taça em Goiânia, nesta quarta-feira, o ex-atleta analisou para o GloboEsporte.com os convocados.
Além de concordar com os escolhidos, Marcos também carimba a ordem definida por Felipão. Sem hesitar, aponta Júlio César como o número um por ser o que mais tem experiência com a camisa do Brasil. No quesito técnico, destaca a velocidade do goleiro do Toronto FC, mas teme que o mesmo esteja sendo pouco exigido no futebol dos Estados Unidos pela baixa competitividade. Segundo na ordem de preferência, Jefferson, do Botafogo, é apontado como extremamente regular e dono de um ótimo posicionamento. No entanto, não tem tanta bagagem pela Seleção, algo que também ocorre com Victor, do Atlético-MG, cuja principal característica é a frieza.
Após duas décadas dedicadas ao ofício de goleiro, Marcos tem conhecimento de causa quando o assunto é vestir a camisa do Brasil. Titular na campanha do penta em 2002, na Copa do Mundo no Japão e na Coreia do Sul, o ex-arqueiro do Palmeiras viveu na pele as glórias e as desvantagens de ficar à frente da meta da Seleção, responsabilidade que carregou por anos. Anfitrião ao lado de Túlio Maravilha no Tour da Taça em Goiânia, nesta quarta-feira, o ex-atleta analisou para o GloboEsporte.com os convocados.
Além de concordar com os escolhidos, Marcos também carimba a ordem definida por Felipão. Sem hesitar, aponta Júlio César como o número um por ser o que mais tem experiência com a camisa do Brasil. No quesito técnico, destaca a velocidade do goleiro do Toronto FC, mas teme que o mesmo esteja sendo pouco exigido no futebol dos Estados Unidos pela baixa competitividade. Segundo na ordem de preferência, Jefferson, do Botafogo, é apontado como extremamente regular e dono de um ótimo posicionamento. No entanto, não tem tanta bagagem pela Seleção, algo que também ocorre com Victor, do Atlético-MG, cuja principal característica é a frieza.
Número total de partidas dos três goleiros pelo Brasil:
Júlio César (78 jogos), Jefferson (9 jogos) e Victor (6 jogos)
No
geral, porém, Marcos afirma que a tendência é de que os três cheguem ao Mundial
em uma condição bastante homogênea. Com o período de treinamentos na Granja
Comary, em Teresópolis, Júlio César, Jefferson e Victor podem se igualar, e o
que deve acabar pesando é justamente a maior experiência do primeiro. Algo, no
entanto, que não diminui a qualidade dos outros dois.
-
Todos os três são competentes. Além disso, o bom desempenho do goleiro depende
muito do time. De como está a postura em campo. Tem goleiro cujo grande ponto
fraco é a zaga. Não é o caso do Brasil - brinca.
Marcos
destaca ainda a capacidade que Felipão tem para extrair o máximo dos jogadores.
Segundo o ex-goleiro, o treinador tem uma grande empatia com o grupo que
comanda, bem como com a torcida, o que facilita a vida dos atletas e melhora o
ambiente de trabalho.
-
Felipão é muito querido. Esse é um dos grandes créditos dele. Raras vezes vi um
treinador ser aplaudido em aeroporto. Receber o carinho dos torcedores nessa
horas de embarque, desembarque, chegadas, saídas... Ele consegue isso.
Torcida
era por Diego Cavalieri
Antes
mesmo do anúncio oficial dos 23 convocados, Marcos não escondia a vontade de
ver o amigo Diego Cavalieri entre os escolhidos de Felipão. A proximidade com o
atual goleiro do Fluminense nasceu ainda nos tempos de Palmeiras, há mais de
uma década, e faz de Cavalieri quase que um pupilo do campeão mundial em 2002,
que também exalta Victor.
-
Fico triste por ser amigo do Cavalieri, mas feliz pelo Victor, que está fazendo
um grande trabalho no Atlético-MG. É o que já falei antes: sabemos que alguém
muito bom vai ficar de fora, o que aconteceu com o Diego agora, que não vai
para essa Copa. Mas tem outras pela frente para ele.
Campeão
mundial em 2002, Marcos revive em Goiânia a emoção de reerguer a Taça da Copa
do Mundo (Foto: Inovafoto)
Fonte
e foto: G1 - COPA DO MUNDO 2014
Edição:
Nova Glória News
Siga
Nova Glória News no Facebook
Siga
Nova Glória News no Twitter






0 comentários:
Speak up your mind
Tell us what you're thinking... !