Está
explicado porque o Governo Federal, sequer faz operação tapa buracos na BR-153.
Isso decorre da estratégia de privatização da rodovia,
onde se imagina que é
preciso deixá-la em estado caótico, para os motoristas prefiram a BR com
pedágio do que não mãos do governo.
Até mesmo o trecho recém duplicado próximo
a Anápolis apresentam problemas, outro trecho próximo ao distrito de
Jaranapolis, está em meia pista e ao longo da rodovia o que não faltam são
enormes crateras. Assim que for feito o leilão em maio, começarão as obras de
recuperação da rodovia, antes dela ser entregue ao consórcio vencedor.
De
acordo com o Jornal O Popular, após ajustes, o governo vai leiloar a
concessão da BR-153, em 23 de maio, também conhecida como Belém-Brasília, no
trecho que vai de Anápolis (GO) até Aliança do Tocantins (TO), nas proximidades
de Gurupi.
Para tornar o negócio atraente, o governo reduziu a extensão a ser
concedida em 189 km. Isso teve como consequência uma redução da ordem de 35%
nos investimentos a serem feitos pelo concessionário, que tem obrigação de
duplicar a rodovia num prazo de cinco anos.
As
regras do leilão foram divulgadas pela Agência Nacional de Transportes
Terrestres (ANTT).
A tarifa máxima foi fixada em R$ 9,22 para cada 100 km e
estão previstas nove praças de pedágio.
Mas, de acordo com o ocorrido na
licitação dos três trechos de rodovias federais que cortam o Estado, é possível
que haja um deságio de cerca de 50%, puxando o pedágio para cerca de R$ 4,50.
Pelo menos três empresas devem apresentar propostas de olho no aumento do fluxo
com a entrada em operação da Ferrovia Norte-Sul, afirmam fontes do mercado.
INVESTIMENTOS
Desde
o ano passado, o governo vem formatando os leilões para conseguir o maior
número possível de participantes e, assim, obter um bom deságio. Nas ofertas
realizadas no ano passado, os descontos sobre a tarifa máxima ultrapassaram os
50%.
Os investimentos previstos para duplicar todo o trecho, de 624,8 km, estão
estimados em R$ 4,31 bilhões. Originalmente, quando a intenção era conceder um
trecho mais longo, 814 km ligando Anápolis a Palmas (TO), a previsão de
investimentos era da ordem de R$ 6,5 bilhões. A tarifa-teto, porém, não era
muito diferente: R$ 9,85 para cada 100 km.
Este
trecho da BR-153 é considerado estratégico para o escoamento da produção de
grãos e da indústria goiana para o Norte do País e, principalmente, por ser uma
das principais vias de ligação entre Goiânia e Palmas (TO).
“É um projeto
logístico que vai ganhar maior destaque econômico pela viabilização da produção
agroindustrial goiana para o mercado consumidor do Norte. Este investimento
pode atrair mais empresas para Goiás”, afirmou ao POPULAR o analista de Mercado
da Federação da Agricultura do Estado de Goiás, Pedro Arantes.
Fonte
e foto: Jornal Populacional.com.br
Edição:
Nova Glória News
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