Mãe não tem notícias do filho de 4 anos há 20 dias: 'Não consigo dormir'. Garoto foi visto pela última vez dormindo no quarto, em Indiara, GO.
Emivaldo Brayan está desaparecido desde o dia 5 de março (Foto:
Reprodução/ TV Anhanguera)
As
buscas pelo menino Emivaldo Brayan, de 4 anos, continuam em Indiara e em outras
cidades do sul goiano. Desaparecido há 20 dias, ele foi visto pela última vez
dormindo no quarto com a irmã na casa em que moram. O delegado responsável pela
investigação, Queops Barreto, disse ao G1
que “o caso continua misterioso”.
O
delegado informou que aguarda a conclusão dos laudos da perícia. “Não
temos informações dele [Emivaldo] em outro local. As polícias Civil e Militar
continuam com as buscas e espalharam fotos dele em outras cidades. Estou
aguardando o resultado da perícia feito na residência e no carro da família.
Também não terminamos de analisar câmeras de segurança da região, muitas estão
com imagens ruins”, explicou.
A
falta de notícias do menino deixa a família desesperada. “Não sei se ele está
bem ou se ele está mal. Não sei o que pode ter acontecido com ele. Tomara que
acabe logo isso. Estou desesperada”, disse ao G1 a mãe de Emivaldo, Silmara Borges.
A
mãe do garoto conta que não consegue parar de pensar nele. “Olho as roupinhas
dele, os brinquedos dele. Olho todo dia. Ele estava tão empolgado com a escola.
Não consigo dormir”, lamenta Silmara.
Desaparecimento
O sumiço de Emivaldo foi notado na manhã do último dia 5 pela irmã do menino, de 5 anos, que dorme no mesmo quarto que ele. "Amanheceu o dia, eu não esperava ter essa noticia: “’Mãe, o Emivaldo não está na cama’. Falei, se ele não estiver na cama, ou está no sofá deitado lá, ou está brincando com o cachorrinho. Fui ao quarto, procurei na sala, dentro dos guarda-roupas, procurei em tudo e não achei", contou na época a mãe do garoto.
O sumiço de Emivaldo foi notado na manhã do último dia 5 pela irmã do menino, de 5 anos, que dorme no mesmo quarto que ele. "Amanheceu o dia, eu não esperava ter essa noticia: “’Mãe, o Emivaldo não está na cama’. Falei, se ele não estiver na cama, ou está no sofá deitado lá, ou está brincando com o cachorrinho. Fui ao quarto, procurei na sala, dentro dos guarda-roupas, procurei em tudo e não achei", contou na época a mãe do garoto.
Na
madrugada do dia em que a criança desapareceu, a porta da sala da residência
estava semiaberta, de acordo com as declarações do padrasto de Emivaldo, o
motorista Luís Paulo da Costa Batista. "Topei a porta meio aberta, mas
pensei que ela [a esposa] tinha esquecido na hora de dormir. Então, encostei e
saí", afirmou. A única coisa que a família sentiu falta após o
desaparecimento foi de um dos controles que abrem o portão da casa.
O
Corpo de Bombeiros trabalhou durante três dias até suspender as buscas no
último dia 7. Segundo a corporação, uma área de pelo menos cinco alqueires
próximo à casa onde a criança mora com a família já havia sido vistoriada e
novos trabalhos dependiam da atuação da Polícia Civil. Ao todo, sete bombeiros
procuraram o garoto - três de Goiânia, com o auxílio de cães farejadores, e
quatro de Palmeiras de Goiás, a 80 km da capital.
Fonte
e foto: G1 - Goiás
Edição:
Nova Glória News
Siga
Nova Glória News no Facebook
Siga
Nova Glória News no Twitter



0 comentários:
Speak up your mind
Tell us what you're thinking... !