Laudo revela que homem chegou ao hospital algemado e desorientado. Polícia nega excesso de força e diz que ele ignorou ordem de parar o carro.
O
servente de pedreiro José Silva Costa, de 63 anos, afirma ter sido espancado na
sexta-feira (13) por policiais militares durante uma abordagem em Joviânia, no sul
do estado. De acordo com o laudo médico do atendimento ao idoso, ele chegou ao
hospital algemado, desorientado e confuso. A polícia afirma que o homem não
respeitou a ordem de parar o veículo e nega que tenha havido excesso de força
na abordagem dos agentes.
Pelo
corpo do servente é possível notar diversos cortes e hematomas. De acordo com
os médicos, ele também teve uma pequena hemorragia no crânio. “Me bateram por
20 minutos ou mais. Eu pensei que ia morrer pelo jeito que eles estavam me
batendo”, afirmou. O idoso alega que voltava para casa e não percebeu a ordem
de parar o carro dada por policiais.
Testemunhas
que viram toda a ação, mas não quiseram se identificar, ficaram assustadas com
a ação dos agentes. “Quebraram o vidro do carro, deram coice com o coturno,
batendo de cacetete, arrastou ele do carro e pisou na cabeça. Um batia enquanto
o outro algemava”, disse uma das pessoas que presenciou o ato. “Quando eu vi,
já estavam batendo nele. Eu até pedi para parar, mas nem escutavam. Eu fiquei
com dó”, disse outra testemunha.
Segundo
o capitão da Polícia Militar Lupércio Euripedes Carneiro, o homem dirigia em
alta velocidade e com os faróis apagados e, por isso, foi perseguido pelos
policiais. “Na verdade, teve o uso da força necessária pelos meios moderados,
pelos nossos entendimentos, para conter a resistência do autor, que não queria
obedecer a ordem dos policiais”, afirmou.
A
Polícia Civil afirma que vai investigar o caso para concluir se houve os crimes
de lesão corporal e abuso de autoridade.
Servente
de pedreiro alega ter sido agredido por policiais (Foto: Reprodução/ TV
Anhanguera)
Fonte
e foto: G1 - Goiás
Edição:
Nova Glória News
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