Sargento também é técnica de enfermagem: 'Estou me sentindo abençoada'. Bebê nasceu prematuro e está internado junto com a mãe em Goiânia.
Como
na ambulância havia apenas o motorista da ambulância e o marido da grávida,
para dar à luz, ela contou com a ajuda da sargento Aparecida de Mattos Araujo,
de 43 anos, que também é técnica de enfermagem e estava no posto rodoviário.
"Estou me sentindo abençoada", disse em entrevista ao G1.
Logo
após o parto, o menino foi encaminhado junto com a mãe à Maternidade Nascer
Cidadão, no Setor Jardim Curitiba III, em Goiânia. Ele nasceu
com 2 kg, de acordo a unidade de saúde.
Segundo
a maternidade, a mãe passa bem e deve ficar internada por pelo menos 36 horas.
Já o estado de saúde bebê é estável. Como é prematuro e precisa de cuidados
especiais, o recém-nascido deve ser transferido ainda nesta sexta-feira para um
hospital com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica.
Emoção
Em 24 anos de corporação, a sargento Aparecida conta que nunca tinha vivenciado uma situação como essa e, embora tenha mantido a calma, o parto a deixou emocionada. “Quando ela contou que estava de sete meses, fiquei apreensiva. Pensei, meu Deus, me ajuda. Dei todo o meu conhecimento e cuidado para o bebê e a mãe”, afirmou.
Em 24 anos de corporação, a sargento Aparecida conta que nunca tinha vivenciado uma situação como essa e, embora tenha mantido a calma, o parto a deixou emocionada. “Quando ela contou que estava de sete meses, fiquei apreensiva. Pensei, meu Deus, me ajuda. Dei todo o meu conhecimento e cuidado para o bebê e a mãe”, afirmou.
A
sargento trabalha no Batalhão Ambiental e só estava no posto policial nesta
madrugada porque prestava serviço para o 1º Batalhão Rodoviário. “Eu sempre vou
dar tudo para que uma vida não seja ceifada. A vida em primeiro lugar”, afirmou
Aparecida. Além da policial, outros quatro militares que estavam de plantão
ajudaram no parto.
A
gestante estava indo para Goiânia porque passou mal durante a madrugada e em
Goianira, onde mora, não há maternidade pública. “O bebê apontou. Vi que teria
que fazer o parto. Então, providenciamos as coisas. Todo mundo ajudou. Cortei o
cordão umbilical com um canivete”, relata Aparecida.
Aparecida
afirma que se preocupou com o fato da gestação ser de apenas sete meses: “Por
ser prematuro, tivemos muito cuidado. Depois que ele nasceu, tratamos de aquecê-lo”.
A mãe do menino nos disse que não estava sentindo dor e passava bem.
Depois
do parto, Aparecida acompanhou a mulher à maternidade. “Durante o trajeto,
peguei ele no meu colo e conversei com ele, o virava, fiz de tudo para mantê-lo
acordado para evitar o risco de ele engolir uma secreção e ter embolia
pulmonar”, disse.
Fonte
e foto: G1 - Goiás
Edição:
Nova Glória News
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