Delegado ouviu novamente a mãe e o padrasto do menino de 4 anos. Emivaldo foi visto pela última vez no dia 4 de março, dormindo em casa.
Em
busca de notícias sobre o neto, os avós de Emivaldo foram até a delegacia. Lá,
eles pegaram a outra neta no colo. Silmara tentou pegar a criança de volta e
acabou trocando tapas e empurrões com os pais.
Silmara
e o marido, o motorista Luiz Paulo da Costa Batista, não deram entrevistas. A
advogada deles, Rosângela Magalhães, que acompanhou o casal à delegacia,
explicou que orientou seus clientes a não comentarem o assunto.
"Eles
preferem não polarizar com a família da Silmara, com os avós. Também os
orientei que quanto menos falarem, melhor".
A
advogada afirmou que o casal está julgado e condenado pela opinião pública e
que a sociedade não pode se deixar influenciar pelo assassinato do menino
Bernardo Boldrini, de 11 anos, ocorrido no Rio Grande do Sul. O pai de
Bernardo, a madrasta e uma amiga dela estão estão presos temporariamente por
suspeita de envolvimento no crime. "O fato acontecido no Rio Grande do
Sul, recentemente, influencia as pessoas a tomarem uma decisão por conta
própria", afirmou Rosângela.
A
irmã de Emivaldo, de 6 anos, passou por uma avaliação psicológica na última
segunda-feira (5). O
procedimento é o mesmo pelo qual os pais foram submetidos no início do mês
passado.O delegado disse que espera o resultado do laudo psicológico e também
da perícia feita na casa da família para concluir o inquérito. A previsão é de
que os resultados fiquem prontos em 15 dias.
Emivaldo está sumido há mais de dois meses (Foto: Reprodução/ TV
Anhanguera)
Mais
de mil horas de gravações feitas por câmeras de segurança da cidade já foram
analisadas, mas até agora não há nenhuma pista sobre o paradeiro do menino. A
avó materna da criança, Sirlene Borges, diz que tem esperanças de reencontrar o
neto. “O que eu mais peço a Deus é que ele esteja vivo, para que a gente pegue
ele de volta”, disse.
Desaparecimento
Emivaldo desapareceu no dia 4 de março. A irmã dele, que dormia no mesmo quarto, notou a ausência do garoto. "Amanheceu o dia, eu não esperava ter essa noticia: “’Mãe, o Emivaldo não está na cama’. Falei, se ele não estiver na cama, ou está no sofá deitado lá, ou está brincando com o cachorrinho. Fui ao quarto, procurei na sala, dentro dos guarda-roupas, procurei em tudo e não achei", conta a mãe do garoto.
Emivaldo desapareceu no dia 4 de março. A irmã dele, que dormia no mesmo quarto, notou a ausência do garoto. "Amanheceu o dia, eu não esperava ter essa noticia: “’Mãe, o Emivaldo não está na cama’. Falei, se ele não estiver na cama, ou está no sofá deitado lá, ou está brincando com o cachorrinho. Fui ao quarto, procurei na sala, dentro dos guarda-roupas, procurei em tudo e não achei", conta a mãe do garoto.
Na
madrugada do dia em que a criança desapareceu, a porta da sala da residência
estava semiaberta, de acordo com as declarações do padrasto de Emivaldo.
"Topei a porta meio aberta, mas pensei que ela [a esposa] tinha esquecido
na hora de dormir. Então, encostei e saí", afirmou. A única coisa que a
família sentiu falta após o desaparecimento foi de um dos controles que abrem o
portão da casa.
O
Corpo de Bombeiros trabalhou durante três dias até suspender as buscas no dia 7
de março. Segundo a corporação, uma área de pelo menos cinco alqueires próximo
à casa onde a criança mora com a família já havia sido vistoriada e novos
trabalhos dependiam da atuação da Polícia Civil.
Fonte
e foto: G1 - Goiás
Edição:
Nova Glória News
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