Citando “relação muito profissional” com holandês, goleiro diz que ex-companheiro fazia cobranças fortes e interferia na rotina interna, como vetar música no vestiário
Jéfferson citou alguns "exageros" do ex-colega
(Foto: Satiro Sodré)
Capitão
da equipe e ídolo da torcida do Botafogo, Jéfferson revelou que a passagem de
Clarence Seedorf por General Severiano foi marcada também pela postura
imperativa do ex-craque. Em entrevista à “Rádio Globo”, o dono da camisa 1
alvinegra ressaltou a importância do holandês para o crescimento do clube, mas
destacou as exigências do hoje treinador do Milan,
que buscava mudanças às vezes de forma imperativa.
- Nossa relação era muito profissional. Até uma vez eu disse o seguinte: ninguém era obrigado a jantar na casa de ninguém, mas tinha que ter o respeito. O Seedorf chegou aqui no Botafogo e revolucionou. Pela postura, profissionalismo dele. Claro que a cobrança dele em certos momentos era muito forte. Mas é um cara chato para o bem. É que às vezes ele tentou mudar as coisas muito rápido.
- Nossa relação era muito profissional. Até uma vez eu disse o seguinte: ninguém era obrigado a jantar na casa de ninguém, mas tinha que ter o respeito. O Seedorf chegou aqui no Botafogo e revolucionou. Pela postura, profissionalismo dele. Claro que a cobrança dele em certos momentos era muito forte. Mas é um cara chato para o bem. É que às vezes ele tentou mudar as coisas muito rápido.
Acho que em três, quatro meses ele tentou mudar coisas que
duraria talvez anos. Então acho que nisso que ele pecou. Mas com certeza ele
acrescentou muito pro Botafogo, o Botafogo cresceu muito com a chegada dele.
Claro que a gente peneirava muita coisa, mas ele acrescentou bastante –
ponderou.
Jéfferson, no entanto, lembrou momentos em que Seedorf buscava interferir inclusive na rotina interna dos jogadores, o que, evidentemente, não foi muito bem recebido pelos demais integrantes plantel alvinegro.
Jéfferson, no entanto, lembrou momentos em que Seedorf buscava interferir inclusive na rotina interna dos jogadores, o que, evidentemente, não foi muito bem recebido pelos demais integrantes plantel alvinegro.
-
Ele tinha essas coisas. Ele mudou nosso jeito de chegar ao vestiário, não podia
ter música, a cadeira tinha que ser do jeito que ele achava que tinha que ser,
essas coisas assim que ele quis mudar – detalhou o goleiro, que não confirmou
nem desmentiu os boatos que davam conta de que o ex-meia holandês queria trocar
o trecho do hino que diz que o clube não pode perder para ninguém, para algo
que utilizasse o verbo "vencer", como o do rival Flamengo.
Apesar
da crítica, o capitão alvinegro elogiou a passagem de Seedorf por General
Severiano (Foto: Satiro Sodré / SSPress)
Fonte
e foto: Globo Esporte.com - Botafogo
Edição:
Nova Glória News
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