Clube e jogador discutem romper vínculo que se estende até o fim do ano, e definição pode sair até sexta; em quase três meses, meia atuou seis vezes e coleciona cartões
Insatisfeitos
um com o outro, Goiás e Carlos Alberto
estudam rescindir o contrato assinado no final de janeiro. O rompimento ainda
não está sacramentado, mas, se for consenso entre clube e jogador, pode ser
realizado nos próximos dias. Sexta-feira teria sido o prazo estabelecido pelas
partes para se chegar a uma definição.
Apresentado em 28 de janeiro com status de grande contratação, Carlos Alberto está no Goiás há quase três meses, mas ainda não convenceu os torcedores, tampouco a diretoria. O meia disputou apenas seis partidas e teve atuações apagadas no quesito técnico - não marcou gols e sequer deu assistências. Já na parte disciplinar, o jogador teve destaque negativo: recebeu quatro cartões amarelos e foi expulso uma vez, mesmo quase sempre entrando somente no segundo tempo dos jogos. Logo na estreia, Carlos Alberto sofreu lesão que o tirou dos gramados por três semanas. Um estiramento na coxa esquerda fez o meia atuar por apenas 38 minutos na vitória por 2 a 1 sobre o Anápolis, sua primeira partida pelo clube. Recuperado, foi utilizado na última rodada da fase de classificação do Goianão, quando o Goiás se deu ao luxo de usar time reserva diante do Crac. Na final, sequer entrou em campo no segundo duelo e viu do banco de reservas a perda do título para o Atlético-GO.
O estopim para a possível rescisão se deu na última quarta-feira (16), quando o Goiás foi eliminado da Copa do Brasil pelo modesto Botafogo-PB. Carlos Alberto entrou no intervalo, pouco produziu e ainda conseguiu ser expulso aos 37 minutos. De lá para cá, ficou fora da estreia na Série A, contra o Flamengo, por conta de uma suspeita de dengue. Mesmo com os exames não confirmando a doença, o jogador não participou mais dos treinamentos e sua presença no clube tem sido fato raro.
Apresentado em 28 de janeiro com status de grande contratação, Carlos Alberto está no Goiás há quase três meses, mas ainda não convenceu os torcedores, tampouco a diretoria. O meia disputou apenas seis partidas e teve atuações apagadas no quesito técnico - não marcou gols e sequer deu assistências. Já na parte disciplinar, o jogador teve destaque negativo: recebeu quatro cartões amarelos e foi expulso uma vez, mesmo quase sempre entrando somente no segundo tempo dos jogos. Logo na estreia, Carlos Alberto sofreu lesão que o tirou dos gramados por três semanas. Um estiramento na coxa esquerda fez o meia atuar por apenas 38 minutos na vitória por 2 a 1 sobre o Anápolis, sua primeira partida pelo clube. Recuperado, foi utilizado na última rodada da fase de classificação do Goianão, quando o Goiás se deu ao luxo de usar time reserva diante do Crac. Na final, sequer entrou em campo no segundo duelo e viu do banco de reservas a perda do título para o Atlético-GO.
O estopim para a possível rescisão se deu na última quarta-feira (16), quando o Goiás foi eliminado da Copa do Brasil pelo modesto Botafogo-PB. Carlos Alberto entrou no intervalo, pouco produziu e ainda conseguiu ser expulso aos 37 minutos. De lá para cá, ficou fora da estreia na Série A, contra o Flamengo, por conta de uma suspeita de dengue. Mesmo com os exames não confirmando a doença, o jogador não participou mais dos treinamentos e sua presença no clube tem sido fato raro.
Carlos
Alberto: meia está na berlinda e pode deixar o Goiás nos próximos dias (Foto:
Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.)
Fonte
e foto: Globo Esporte.com - Goiás
Edição:
Nova Glória News
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