A
Polícia Civil fez na quinta-feira, 06, a apreensão de milhares de etiquetas falsificadas de marcas famosas, além
de máquinas usadas na produção de roupas.
De acordo com o delegado Webert
Leonardo, denúncias anônimas levaram sua equipe até o local. “Após a denúncia,
representamos perante o poder judiciário, o pedido de busca e apreensão, que foi deferido de imediato”
explicou.
Desde
janeiro, a cidade virou o alvo do Ministério Público, Delegacia de Defesa do Consumidor e da
Polícia Civil no que se refere à pirataria. Em janeiro, ocorreu a primeira
grande operação da Decon, priorizando a venda e produção de etiquetas
falsificadas. O Ministério Público firmou com diversos setores da segurança
pública de Jaraguá, um termo de cooperação, com uma séria de ações contra a
criminalidade e pirataria entrou na pauta.
De
acordo com Webert
Leonardo, duas pessoas irão responder a processo em decorrência da apreensão das etiquetas falsificadas.
Várias pessoas foram conduzidas a delegacia, onde prestaram depoimentos.
“Verificamos também a presença de adolescentes trabalhando no local da
apreensão. Isso também irá constar do inquérito, lembro que isso só piora a
situação dos responsáveis” concluiu.
Investigação
de homicídio: O delegado que esteve na cena do crime, após o homicídio de
Roque de Souza, no último final de semana, disse que já começou a ouvir as
testemunhas. “Temos algumas linhas de investigação, mas por zelo, pelo que está por vir ainda, eu não
posso divulgar nesse momento mais nenhuma informação” ponderou.
De
uma forma geral, o delegado disse que os inquéritos sobre homicídios voltaram a
andar, alguns estariam próximo de uma conclusão. Novamente ele evitou dar novas informações. “Quando
forem concluídos, irei anunciar a toda coletividade. Nesse momento quero evitar
especulações” frisou.
Fonte e
foto: Jornal Populacional
Edição:
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