Além de levar objetos do colégio, criminosos destruíram estrutura do imóvel. Cinco computadores foram roubados e o único que restou tem problemas.
Criminosos também causam prejuízos na estrutura da escola
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Pais
de alunos da Escola Odília Mendes Brito, que fica no Setor Novo Planalto, em Goiânia, pedem mais
segurança no local. De dezembro do ano passado até a madrugada da última
segunda-feira (17), a instituição já foi furtada sete vezes. Os ladrões já
levaram cinco computadores, além de causar prejuízos à estrutura do imóvel.
Registros feitos por alunos mostram que em uma das invasões o muro foi pichado e as portas e janelas danificadas. A sala da coordenação já foi invadida e agora está em obras. Por medida de segurança, ela não terá mais janelas. Materiais de construção, que seriam usados para uma reforma no prédio também foram levados.
Registros feitos por alunos mostram que em uma das invasões o muro foi pichado e as portas e janelas danificadas. A sala da coordenação já foi invadida e agora está em obras. Por medida de segurança, ela não terá mais janelas. Materiais de construção, que seriam usados para uma reforma no prédio também foram levados.
"Estão estragando tudo. Não tem
nenhum computador para nós quando precisamos de algum documento. É muito
revoltante para mim e para todos os colegas", diz o estudante Tiago
Afonso, do 9º ano.
A escola só conta com um guarda municipal que trabalha em dias intercalados. Todos os crimes ocorreram quando ele não estava lá. Pai de Tiago, Sérgio Ribeiro dos Anjos diz que é preciso uma vigilância mais intensa. "Acho que deviam organizar e colocar um segurança 24 horas para resolver o problema", afirma.
A escola só conta com um guarda municipal que trabalha em dias intercalados. Todos os crimes ocorreram quando ele não estava lá. Pai de Tiago, Sérgio Ribeiro dos Anjos diz que é preciso uma vigilância mais intensa. "Acho que deviam organizar e colocar um segurança 24 horas para resolver o problema", afirma.
Segurança trabalha em dias alternados (Foto: Reprodução/TV
Anhanguera)
A
Guarda Civil Metropolitana (GCM) disse que vai intensificar as rondas nas
proximidades na escola.
Consequências
Por conta dos furtos, só restou um computador na escola. Porém, ele não funciona corretamente, o que dificulta até os pedidos considerados mais fáceis da rotina escola ficam difíceis de ser atendidos.
Por conta dos furtos, só restou um computador na escola. Porém, ele não funciona corretamente, o que dificulta até os pedidos considerados mais fáceis da rotina escola ficam difíceis de ser atendidos.
Um
exemplo é o caso do serralheiro Pablo Rodrigues. Morador de Taquaral de
Goiás, a 90 km da capital. Ele foi até o colégio para buscar um histórico
necessário para a transferência do filho, mas foi surpreendido com o problema.
"Só
um documento e vou ter que voltar outra vez, gastar gasolina e vir da cidade
onde eu moro. Perdi a viagem", lamenta.
Muros da escola foram pichados pelos
criminosos (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
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