O
Real Garcilaso deve sofrer uma punição da Conmebol por causa do racismo dos
torcedores contra o volante Tinga,
na partida em Huancayo que terminou com
vitória por 2 a
1 dos donos da casa, pela primeira rodada da fase de grupos da Copa
Libertadores da América. Segundo a atual versão do Regulamento Disciplinar da
entidade, o time é passível até de desclassificação.O documento, no artigo 12, prevê, de cara, uma multa de US$ 3 mil (cerca de R$ 7 mil) ao clube em decorrência das manifestações racistas - a cada toque na bola do volante, imitações de macaco oriundas das arquibancada eram ouvidos no estádio. Além da punição no bolso, o tribunal disciplinário da Conmebol pode decidir aplicar outras penas, "como jogar um ou mais jogos de portões fechados, a proibição de jogar uma partida em um estádio determinado, concessão da vitória do encontro pelo resultado que se considere, a perda dos pontos e a desclassificação da competição".
A Conmebol, contudo, é conhecida por aplicar sanções brandas a clubes infratores - até os dias de hoje, por exemplo, é comum ver policiais protegerem jogadores adversários com escudos em cobranças de escanteio contra objetos atirados por torcedores. Pelo Twitter do torneio, a entidade pediu calma aos torcedores do Cruzeiro e prometeu apurar os fatos ocorridos em Huancayo.
Após a partida, o dirigente cruzeirense Alexandre Mattos condenou o episódio contra o volante Tinga e, revoltado, fez uma série de acusações contra o time do Garcilaso. O diretor de futebol criticou desde as condições da cidade em que a partida foi disputada até o estádio no qual o jogo foi realizado.
Fonte
e foto: E Mais Goiás
Edição:
Nova Glória News
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