Segundo
líder comunitário, houve confronto entre PMs e traficantes da favela.
Parte alta da comunidade chegou a ficar sem luz.
Um tiroteio assustou moradores da
Rocinha, na localidade conhecida como Cachopa, na noite desta segunda-feira
(24). De acordo com o líder comunitário Willian da Rocinha, os disparos
começaram após policiais cruzarem com traficantes na favela. Segundo ele, a parte
alta da Rocinha estava sem luz por volta das 23h40.
O G1 tentou entrar em
contato com a assessoria de imprensa das UPPs, mas não obteve resposta. Não
havia informações sobre feridos até este horário.
No
dia 14 de março,policiais que estavam em patrulha na favela já haviam sido
recebidos a tiros por volta das 9h da manhã, segundo a Coordenadoria de
Polícia Pacificadora (CPP). Os agentes da UPP revidaram e os criminosos
fugiram. Nenhum policial foi atingido.
A
troca de tiros aconteceu na subida da localidade conhecida como Terreirão. O
caso foi registrado na 11ª DP (Rocinha) apenas como disparo de arma de
fogo. Desde 2013, tiroteios são frequentes na comunidade.
Imagens obtidas com exclusividade pelo Jornal Nacional revelaram a estratégia de traficantes para desestabilizar o trabalho da polícia na Rocinha, Zona Sul do Rio. No dia 11 de março, foi preso Paulo Roberto Santos, o Bradock, apontado como um dos responsáveis pelo ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, em fevereiro deste ano.
Imagens obtidas com exclusividade pelo Jornal Nacional revelaram a estratégia de traficantes para desestabilizar o trabalho da polícia na Rocinha, Zona Sul do Rio. No dia 11 de março, foi preso Paulo Roberto Santos, o Bradock, apontado como um dos responsáveis pelo ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, em fevereiro deste ano.
Bradock,
segundo a polícia, chefiou o ataque de bandidos contra a UPP da Rocinha. No
confronto, o comandante-geral das UPPs e a comandante da UPP da favela ficaram
feridos. Paulo roberto Santos não reagiu à prisão.
Ataque
à carro da UPP
Investigações feitas pela delegacia da Polícia Civil — criada na Rocinha no fim do ano passado — revelam uma estratégia dos traficantes. Imagens gravadas pelas câmeras de monitoramento da UPP mostram prestadores de serviço do tráfico. Homens que agem sem fuzis ou pistolas, e têm o objetivo de atrapalhar o trabalho da PM.
Investigações feitas pela delegacia da Polícia Civil — criada na Rocinha no fim do ano passado — revelam uma estratégia dos traficantes. Imagens gravadas pelas câmeras de monitoramento da UPP mostram prestadores de serviço do tráfico. Homens que agem sem fuzis ou pistolas, e têm o objetivo de atrapalhar o trabalho da PM.
O
flagrante foi feito no dia 25 de dezembro de 2013. Depois de uma apreensão de
uma mochila, com armas e drogas, uma equipe da Polícia Militar foi cercada por
vários homens. Havia muita discussão, mas os PMs não reagiram.
Um
homem jogou dois tijolos no carro da UPP. Em seguida, empurrou e chutou um
policial.
O PM tentou prendê-lo, mas foi contido por uma pessoa. Um rapaz de camisa verde escura atingiu o carro com uma pá de lixo. Foram oito golpes, que quebram os vidros traseiro e lateral. Um rapaz bateu na viatura com um cabo de vassoura e mais tijolos acertam o carro.
O PM tentou prendê-lo, mas foi contido por uma pessoa. Um rapaz de camisa verde escura atingiu o carro com uma pá de lixo. Foram oito golpes, que quebram os vidros traseiro e lateral. Um rapaz bateu na viatura com um cabo de vassoura e mais tijolos acertam o carro.
“O
policial precisa realmente ter uma tolerância acima do normal para, exatamente,
lidar com esse tipo de atuação técnica. Esses elementos são criminosos que têm
o nítido objetivo de desestabilizar a atuação policial, enfraquecer a atuação
policial preventiva na comunidade e causar a desordem”, disse o delegado
Gabriel Ferrnado, da 11ª DP (Rocinha).
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