Caseiro
é apontado como autor de mortes em Goianápolis, em junho de 2013.
Ele trabalhava para vítimas e teria cometido crime para se vingar, diz MP-GO.
Idosos foram esfaqueados dentro de chácara em Goianápolis (Foto:
Reprodução/TV Anhanguera)
O
caseiro Enivando de Carvalho, acusado de matar a facadas o casal de idosos
Irene Ana de Jesus Elias e Lázaro José Elias, de 76 e 79 anos, respectivamente,
vai a júri popular. A decisão é do juiz Eduardo Pio Mascarenhas da Silva, da 1ª
Vara Criminal de Goiânia. O caseiro, que trabalhava para as vítimas, responde
por duplo homicídio.
O
crime aconteceu no dia 13 de junho do ano passado, na Fazenda Retiro, em
Goianápolis, a 42 km de Goiânia. De acordo com a denúncia do Ministério Público
Estadual (MP-GO), Enivando aproveitou uma viagem dos patrões para roubar queijos,
que foram revendidos em um comércio. Ao retornar, o casal foi informado pelo
caseiro que tinha sido vítima de um furto.
No
entanto, dias depois, as vítimas souberam da verdade e resolveram dispensar os
serviços de Enivando. Inconformado, o homem teria matado os idosos para se
vingar, segundo o MP-GO.
Ao
ser preso, o homem chegou a incriminar um irmão, mas voltou atrás e acabou
assumindo o assassinato. Ele disse que tinha ingerido pinga, jurubeba e fumado
crack e, por isso, estava fora de si. Segundo o caseiro, ele foi ao local para
pedir dinheiro para as vítimas para comprar mais droga e acabou matando o
casal.
O irmão do caseiro chegou a ser preso na ocasião, mas foi liberado por falta de provas de que ele tenha participado do assassinato.
Crime
Segundo a denúncia, Irene foi a primeira a ser atacada pelo homem, quando estava assistindo televisão. Ele a esfaqueou na perna e, em seguida, a atingiu duas vezes na região do abdômen. Além disso, ele cortou o pescoço da mulher, quando a degolando. Ao presenciar a cena. Lázaro desmaiou e foi também foi esfaqueado por três vezes.
No intuito de simular um assalto, o caseiro revirou vários móveis da casa. Em seguida, saiu correndo em direção as fazendas vizinhas para pedir socorro e gritando que teriam sido assaltados. Os vizinhos foram até o local do fato na companhia da Polícia Militar que, ao interrogá-lo, o fez confessar o crime.
O irmão do caseiro chegou a ser preso na ocasião, mas foi liberado por falta de provas de que ele tenha participado do assassinato.
Crime
Segundo a denúncia, Irene foi a primeira a ser atacada pelo homem, quando estava assistindo televisão. Ele a esfaqueou na perna e, em seguida, a atingiu duas vezes na região do abdômen. Além disso, ele cortou o pescoço da mulher, quando a degolando. Ao presenciar a cena. Lázaro desmaiou e foi também foi esfaqueado por três vezes.
No intuito de simular um assalto, o caseiro revirou vários móveis da casa. Em seguida, saiu correndo em direção as fazendas vizinhas para pedir socorro e gritando que teriam sido assaltados. Os vizinhos foram até o local do fato na companhia da Polícia Militar que, ao interrogá-lo, o fez confessar o crime.
De
acordo com informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), a defesa do
caseiro requereu a instauração de incidente de insanidade mental, a fim de
verificar se ele seria portador de distúrbio mental ou outros transtornos.
Entretanto, não foi constatado desenvolvimento mental incompleto ou retardado,
somente um transtorno de humor associado ao uso de drogas.
O G1 tentou contato com
a defesa do acusado, mas o advogado não foi localizado para comentar o assunto.
Ao
justificar a escolha pelo júri popular, o juiz destacou que existem indícios
nos autos de que o casal de idosos teve sua defesa impedida e que as
reiterações dos golpes efetuados contra Irene e Lázaro mostram que eles foram
assassinados de modo cruel. Ainda não há uma data definida para o julgamento.
Caseiro trabalhava para vítimas e
teria cometido o crime por vingança (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Edição:
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